Desde 1995

(85) 3491-9494

Construção

Proteção para quem trabalha na construção

Obra é o ambiente com maior variedade de risco simultâneo: queda de objeto, perfuração, poeira, ruído, sol e trabalho em altura. É onde o conjunto de EPI precisa ser mais completo. E onde a biqueira de proteção deixa de ser opcional.

A rotina que a gente conhece

  • Queda de material e ferramenta sobre o pé.
  • Prego, ferro e material perfurante no chão.
  • Poeira de corte, demolição e cimento.
  • Ruído de equipamento e exposição prolongada ao sol.

Em uma frase

Na obra, o calçado é de segurança — com biqueira de proteção contra impacto — e, onde há material perfurante no piso, a palmilha de proteção entra na conversa.

Já sabe o que precisa? Fale direto com quem entende.

O que observar

  1. Biqueira de proteção contra impacto

    É o que define o calçado de segurança na ABNT NBR ISO 20345: a biqueira precisa resistir a impacto de 200 joules. Os materiais mais comuns são aço e composite. O composite é mais leve e não conduz temperatura; o aço costuma ser mais barato. A proteção contra impacto é equivalente quando ambos atendem à norma.

  2. Proteção contra perfuração do solado

    Prego e ferro no chão são o acidente clássico de obra. Existem modelos com palmilha de proteção contra perfuração. Confira se essa proteção consta no Certificado de Aprovação do modelo, porque nem todo calçado de segurança a possui.

  3. Capacete adequado à atividade

    Existem classes diferentes de capacete, inclusive para atividade com risco elétrico. A escolha depende do risco presente na obra e deve seguir a avaliação de riscos.

  4. Proteção respiratória para poeira

    Corte de material, demolição e manuseio de cimento geram poeira fina. Máscara para partícula tem classificações diferentes de eficiência de filtração, e não protege contra vapor químico.

  5. Luva conforme a tarefa

    Armação de ferragem, manuseio de material áspero e trabalho com produto químico pedem luvas diferentes. Uma luva só raramente atende bem a todas as frentes de uma obra.

  6. Trabalho em altura exige avaliação técnica

    Cinto, talabarte e sistema de ancoragem não se escolhem por catálogo. Envolvem norma específica, treinamento e avaliação do ponto de ancoragem. Aqui a orientação de um profissional habilitado não é opcional.

Perguntas frequentes

O mesmo calçado serve para a obra inteira?

Raramente. Concretagem, ferragem, alvenaria e acabamento têm pisos e riscos diferentes, e a frente de trabalho muda ao longo da obra. O caminho prático é agrupar as funções pelo risco que cada uma corre, e não pelo cargo, e só então definir quantos modelos a obra precisa de verdade.

Na concretagem, bota de borracha ou botina de couro?

Onde o pé fica dentro do concreto fresco, couro não é o material: ele absorve, e o contato prolongado com concreto úmido é agressivo para a pele e para o próprio calçado. A bota de borracha de cano alto é o que resolve nessa frente. Terminada a concretagem, a botina volta a ser o calçado do dia.

Quem é responsável por fornecer o EPI na obra?

A norma regulamentadora de EPI estabelece que o empregador deve fornecer o equipamento adequado ao risco, gratuitamente e em perfeito estado de conservação e funcionamento. O texto oficial e atualizado está disponível no portal do Ministério do Trabalho e Emprego, no gov.br.

Compra para uma equipe?

Ver como funciona o fornecimento para construtoras

Sua rotina é diferente?

Responda quatro perguntas e veja o que costuma merecer atenção no seu caso

Atendimento direto

Conte qual é a sua frente de trabalho.

Alvenaria, acabamento, estrutura e instalação exigem conjuntos diferentes. Diga o que você faz na obra que a gente indica o que costuma ser necessário.

Sua mensagem já vai assim“Olá! Vim pelo site da Tower. Trabalho na construção e preciso de EPI. Pode me orientar sobre o que é indicado?”O botão abre o WhatsApp, que é um serviço de terceiro. A mensagem vai pronta, mas quem envia é você. Privacidade.