Nossa história
Em 1995, a 3M procurava alguém para desenvolver o mercado de proteção no Ceará.
Convidou o Helano. Ele aceitou, voltou para Fortaleza com a Cristina, e os dois abriram a Tower num prédio pequeno alugado no Montese. Estoque embaixo, escritório em cima.
1994
São Paulo, antes de tudo
Helano e Cristina trabalhavam no mercado de EPI em São Paulo, na Bereneli, distribuidora especializada da 3M do Brasil e empresa do pai da Cristina. Helano, técnico de segurança do trabalho, fazia desenvolvimento e treinamento dentro das empresas. Cristina trabalhava em vendas — depois de treze anos em banco.
1995
O convite e o começo, no Montese
A 3M procurava alguém que fizesse esse mesmo trabalho no Ceará e ofereceu uma distribuição ao Helano. Ele queria voltar ao estado natal, e aceitou. A Tower começou num prédio pequeno alugado no Montese, em Fortaleza: estoque embaixo, escritório em cima. Eram só os dois. Cristina no administrativo e nas vendas internas; Helano no desenvolvimento de clientes, no treinamento e na entrega das mercadorias.
O escritório de cima. Uma mesa, um monitor de tubo e uma impressora matricial. Não havia mais nada: este cômodo era o administrativo, o comercial e a diretoria da empresa inteira. E o estoque de baixo. As caixas nas prateleiras são da 3M do Brasil. É a parte da história que mais soa a release — “a 3M ofereceu uma distribuição” — vista do jeito que ela chegava de verdade: em papelão, empilhada até o teto. Os primeiros anos
Vender o que ainda não tinha demanda
A maior dificuldade não foi concorrência. Foi cultura: o mercado local ainda usava material que durava muito tempo, e a proteção descartável precisava ser explicada antes de ser vendida. Somava-se a falta de capital de giro e a tarefa de conquistar clientela do zero, numa praça onde ninguém os conhecia.
“Trabalhador abra o olho.” É isto que “explicar antes de vender” queria dizer na prática: pendurar uma faixa sobre Certificado de Aprovação na porta de um seminário. A frase é dura do jeito que campanha de rua era naquela época — o que a norma estabelece hoje, com a fonte oficial, está no texto sobre o CA. E repare em quem assina embaixo do nome da Tower: 3M e Bompel, as duas marcas que a Tower continua trabalhando trinta anos depois. Anos 90
O primeiro grande cliente
Um grande grupo industrial do Ceará foi conquistado pelo trabalho de desenvolvimento feito pelo Helano. No auge, a Tower chegou a fornecer quarenta mil máscaras descartáveis a esse cliente. Do mesmo período vem uma indústria têxtil que compra com a gente até hoje.
O carro da entrega, parado na porta do FIEC. “Desenvolvimento de clientes” tinha esta forma: um furgão pequeno, um telefone de sete dígitos na lateral e um selo de distribuidor especializado ao lado da porta. Repare no O vermelho de TOWER — é o mesmo da faixa do seminário, acima. 2003
A empresa cresce
Mudança para um prédio muito maior, no mesmo bairro, onde a Tower ficaria por mais de treze anos. Nesse período houve equipe de vendas externa, motorista de entrega, auxiliares de vendas e técnico de segurança do trabalho. Eram anos de feiras com exposição de produtos e de eventos com palestras de especialistas da 3M e de outros fabricantes para os clientes.
O prêmio
Distribuidor Regional 3M
O reconhecimento de que Helano e Cristina mais se orgulham. Veio do trabalho e do volume de vendas. E da mesma empresa que, anos antes, tinha feito o convite que deu origem a tudo.
A noite. Três placas na mesa e o braço de todo mundo no ar. É a foto menos posada do acervo, e a única em que dá para ver o tamanho que a Tower tinha chegado a ter. A mesma noite, mais cedo. O reconhecimento veio da mesma empresa que, anos antes, tinha feito o convite para abrir a Tower — e por isso é o que Helano e Cristina guardam com mais cuidado. 2016 · 2018
Menor, por escolha
Em 2016 a Tower saiu do Montese para uma casa alugada na Varjota. Em 2018, já bem menor, Helano e Cristina decidiram trabalhar de casa, mantendo a entrega. Veio a pandemia, e assim continuou.
Hoje
Os mesmos dois, e os mesmos clientes
Trinta anos depois, quem atende continua sendo quem começou. Sem intermediário, sem vendedor de comissão. E há clientes dos anos 90 que atravessaram todas essas fases junto com a Tower, e continuam comprando.
O que os segurou
Perguntamos se em algum momento acharam que não daria certo.
A resposta foi que dificuldade sempre houve, mas desistir nunca esteve em questão — porque a sobrevivência dos dois dependia do negócio. Quando perguntamos o que fez a empresa chegar até aqui, a resposta teve uma palavra só.
“Necessidade.”
“Sempre tivemos dificuldades, mas desistir não era o pensamento, pois nossa sobrevivência dependia do negócio.”
Quem atende
Helano
Sócio-proprietário · Técnico de Segurança do Trabalho
Jornalista de formação, virou técnico de segurança do trabalho e passou a fazer desenvolvimento e treinamento dentro das empresas. Foi esse trabalho que levou ao convite da 3M em 1995. Continua sendo ele quem responde as dúvidas técnicas da Tower.
Ver a página do Helano →Cristina
Sócia-proprietária · Atendimento e vendas
Trabalhou treze anos em banco antes de entrar no mercado de EPI, em São Paulo. Desde 1995 cuida do administrativo e do atendimento da Tower. Quando perguntamos como gostam que um cliente seja tratado, a resposta foi: “com eficiência, rapidez no atendimento, atenção e cuidado”.
O que mudou e o que não mudou
“O que mudou muito foi o tamanho da empresa. Fomos grande. Hoje somos pequenos, mas nosso atendimento continua o mesmo — e ainda temos clientes que consideram isso ao comprar.”
O que a Tower representa
“Para muita gente, a Tower é uma empresa de EPIs.
Para nós, é uma história de vida.”
Perguntamos como gostariam que a empresa fosse lembrada. A resposta foi: como uma das pioneiras do setor no Ceará.
E perguntamos qual ensinamento gostariam de deixar para quem continuar essa história. Foram duas palavras: perseverança e luta.
As filhas escolheram outros caminhos, e não há segunda geração na empresa. O que existe são trinta anos de trabalho, um jeito de atender que não mudou e clientes que ficaram.
Atendimento direto
É com essas duas pessoas que você vai falar.
Conte o que você faz e o que precisa proteger. A resposta vem de quem trabalha com isso desde antes de 1995.
Sua mensagem já vai assim“Olá! Vim pelo site da Tower. Gostaria de falar com vocês sobre proteção para o trabalho.”O botão abre o WhatsApp, que é um serviço de terceiro. A mensagem vai pronta, mas quem envia é você. Privacidade.