Por profissão
Comece pelo que você faz
O risco muda conforme a rotina, e o critério de escolha muda junto. Encontre a sua atividade e veja o que realmente importa observar antes de comprar.
Em uma frase
O Equipamento de Proteção Individual (EPI) certo depende da rotina, e não do cargo: o que decide é a que a pessoa fica exposta durante a jornada — piso, produto, ruído, peso, temperatura e ferramenta. Por isso este site é organizado por atividade, e cada página explica o critério de escolha daquela rotina antes de falar em produto.
O que muda de uma rotina para outra
Três coisas, quase sempre: o piso, que decide o solado; o que passa pelas mãos, que decide a luva; e quanto tempo se fica em pé, que decide o peso aceitável do calçado. O resto é consequência.
É por isso que a cozinha de um restaurante e o refeitório de uma indústria usam o mesmo calçado, e o almoxarifado ao lado usa outro — mesma empresa, risco diferente.
O erro que se repete
Padronizar pelo cargo em vez de padronizar pela exposição. A equipe inteira recebe o mesmo item porque está na mesma folha, e metade dela fica protegida a mais — carregando peso que não precisa — e a outra metade, protegida a menos.
Quando a padronização parte da atividade, sobra dinheiro e falta reclamação.
Encontre a sua atividade
Cozinha e alimentação
Piso molhado, gordura, respingo quente e muitas horas em pé. O solado decide quase tudo.
Enfermagem e saúde
Plantão longo, piso liso, risco biológico e a exigência de higienizar sempre.
Limpeza e conservação
Produto químico nas mãos, piso molhado o tempo todo e trabalho em pé.
Construção
Risco mecânico, poeira, altura e sol. Aqui a biqueira deixa de ser opcional.
Indústria
Ruído, particulado, risco mecânico e turnos longos no mesmo posto.
Logística e estoque
Carga em movimento, empilhadeira e muitos quilômetros caminhados por dia.
Manutenção
Risco que muda a cada chamado: elétrico, mecânico, altura, químico.
Não achou a sua atividade?
Quatro perguntas sobre a sua rotina, e no fim você vê o que costuma merecer atenção no seu caso.
Perguntas sobre EPI por profissão
Por que o EPI muda de uma profissão para outra?
Porque o risco muda. Duas pessoas podem usar calçado o dia inteiro e precisar de calçados diferentes: quem trabalha em cozinha precisa de solado que segure em piso molhado e engordurado; quem trabalha em obra precisa de biqueira contra queda de objeto. O equipamento acompanha a rotina, não o cargo.
A minha profissão não está na lista. E agora?
As sete páginas cobrem as rotinas que mais chegam à Tower, mas a lógica vale para qualquer atividade: descreva o que você faz, em que ambiente e a que fica exposto. É assim que se chega ao equipamento certo, mesmo sem uma página pronta para a sua função.
Quem decide o EPI: eu ou a empresa?
A empresa. A definição do EPI adequado vem da avaliação de riscos, e o fornecimento é obrigação do empregador, gratuitamente. O que esta seção do site ajuda é a entender o porquê de cada item — o que costuma melhorar o uso e a conversa com quem compra.
Se o que você precisa é entender a categoria antes da profissão, comece por o que você precisa proteger. Se a dúvida é entre os dois tipos de calçado, ela está respondida em ocupacional ou de segurança.
Atendimento direto
Não encontrou a sua atividade?
Conte o que você faz e a que fica exposto no dia a dia. A gente indica o que costuma ser necessário e explica o porquê de cada item.
Sua mensagem já vai assim“Olá! Vim pelo site da Tower. Gostaria de uma orientação sobre qual EPI é o mais indicado para o meu caso.”O botão abre o WhatsApp, que é um serviço de terceiro. A mensagem vai pronta, mas quem envia é você. Privacidade.