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EPI para equipes da área da saúde

Turno longo, piso liso, risco biológico e exigência de higienização. Na saúde, a especificação precisa ser precisa e a reposição precisa ser confiável — porque falta de EPI aqui interrompe atendimento.

O que costuma complicar nesse setor

  • Plantões longos exigem conforto real, não apenas conformidade.
  • Piso liso e molhado durante boa parte do dia.
  • Risco de respingo de material biológico.
  • Consumo alto e contínuo de itens descartáveis.
  • Especificação técnica precisa ser exata e rastreável.

O que costuma ser necessário

  1. Calçado ocupacional fechado e impermeável

    Fechado no peito do pé, impermeável, antiderrapante e fácil de higienizar. O conforto pesa mais aqui do que na maioria dos setores, porque o turno é longo e quase todo em pé.

  2. Proteção respiratória conforme o protocolo

    A classe da peça filtrante depende do protocolo do serviço e da avaliação de riscos. Trabalhamos com linha 3M, com quem a Tower tem relação desde 1995.

  3. Luvas por finalidade

    Procedimento, limpeza e manuseio de produto químico exigem luvas diferentes. A padronização precisa considerar essa separação.

  4. Previsibilidade de reposição

    Item descartável tem consumo constante. Mapear o giro mensal evita a compra de emergência, que é sempre a mais cara.

Esta lista é orientativa. A definição do que é obrigatório em cada função vem da avaliação de riscos da sua empresa, feita por profissional habilitado.

O erro que sai caro

EPI que a equipe não usa é dinheiro perdido duas vezes.

Você paga pelo equipamento e continua com a exposição. Do ponto de vista de proteção e de fiscalização, EPI guardado no armário equivale a EPI que nunca foi fornecido.

E o motivo do abandono quase nunca é rebeldia. É desconforto, numeração errada, peso, calor ou incompatibilidade entre dois equipamentos usados ao mesmo tempo. São coisas que se resolvem na escolha — antes da compra, não depois.

Por isso a nossa primeira pergunta nunca é quantos. É o que a equipe faz.

Como funciona

Do primeiro contato à reposição

  1. 01

    Você conta o que a equipe faz

    Segmento, quantas pessoas, quais atividades e para quando precisa. Não pedimos CNPJ nem cadastro para começar a conversa.

  2. 02

    A gente verifica o que é adequado

    Se vocês já têm a avaliação de riscos, trabalhamos a partir dela. Se não, apontamos o que costuma ser necessário para aquela atividade e o que precisa de definição técnica.

  3. 03

    Orçamento com o CA dos itens

    Informamos o Certificado de Aprovação dos equipamentos, para que vocês registrem na ficha de EPI e mantenham a rastreabilidade.

  4. 04

    Entrega em Fortaleza e região

    Combinamos prazo antes de fechar. Se não der para cumprir, dizemos na hora — em trinta anos, foi assim que os clientes continuaram voltando.

  5. 05

    Reposição sem recomeçar do zero

    Depois do primeiro pedido, a grade de numeração e os modelos ficam registrados. A recompra vira uma mensagem, não um novo processo.

Com quem você vai falar

Já fomos grandes. Hoje somos dois.

A Tower teve prédio grande, equipe de vendas externas, motorista e técnico de segurança próprio. Hoje somos o Helano e a Cristina, os mesmos que abriram a empresa em 1995.

Dizemos isso na primeira página porque é melhor você saber antes: aqui não existe intermediário, não existe vendedor trabalhando por comissão e não existe fila de atendimento. Quem responde a sua mensagem é um dos dois donos.

O Helano é técnico de segurança do trabalho. Antes de 1995, o trabalho dele era entrar nas empresas, entender a atividade e treinar as pessoas para usar o equipamento certo.

Tem cliente que compra com a gente desde os anos 90. Uma indústria têxtil do Ceará atravessou todas essas fases com a Tower — e continua comprando.

Perguntas frequentes

Vocês fornecem para clínica pequena?
Sim. Atendemos desde consultórios e clínicas pequenas até serviços maiores. Conte quantas pessoas são e quais itens vocês usam por mês que a gente monta o orçamento.
Como saber qual classe de proteção respiratória usar?
A definição vem do protocolo do serviço e da avaliação de riscos, considerando o agente e a exposição. Se vocês já têm essa definição, trabalhamos a partir dela. Se não, o caminho é envolver o responsável pela segurança do trabalho ou o setor de controle de infecção.

Critério técnico

Ver o que observar no calçado para plantão

Conte o que a sua equipe faz que a gente monta o orçamento.

Quantas pessoas são, o que elas fazem e para quando você precisa. Com isso já conseguimos indicar o que faz sentido e passar prazo e valor.

Sua mensagem já vai assimOlá! Vim pelo site da Tower. Trabalho em uma instituição de saúde e gostaria de um orçamento de EPIs para a equipe.

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