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EPI para equipes de cozinha e alimentação

Cozinha tem rotatividade alta, numeração variada e um problema específico: o calçado que a equipe não usa. Padronizar aqui é menos sobre catálogo e mais sobre acertar o modelo que as pessoas aceitam calçar todo dia.

O que costuma complicar nesse setor

  • Equipe grande, com numeração variada e reposição constante.
  • Rotatividade alta — a reposição precisa ser rápida e previsível.
  • Piso permanentemente molhado e engordurado.
  • Exigência sanitária de higienização frequente do calçado.
  • O calçado que a equipe acha desconfortável simplesmente não é usado.

O que costuma ser necessário

  1. Calçado ocupacional antiderrapante

    É o item central do setor. Fechado, impermeável, fácil de higienizar e com solado adequado a piso molhado com gordura. Na maior parte das cozinhas, biqueira de proteção não é necessária — e retirá-la reduz peso e aumenta a adesão ao uso.

  2. Luvas conforme a tarefa

    Manipulação, limpeza com produto químico e manuseio de material quente são tarefas diferentes e pedem luvas diferentes. Um modelo só raramente cobre bem as três.

  3. Proteção para a área de limpeza

    A equipe que faz a higienização pesada lida com produto concentrado. Luva com punho longo e óculos de proteção durante a diluição resolvem um acidente comum.

  4. Numeração e prova

    Numeração errada é a principal causa de calçado abandonado. Vale considerar que o pé incha ao longo do turno e organizar a prova pensando no fim do expediente, não no começo.

Esta lista é orientativa. A definição do que é obrigatório em cada função vem da avaliação de riscos da sua empresa, feita por profissional habilitado.

O erro que sai caro

EPI que a equipe não usa é dinheiro perdido duas vezes.

Você paga pelo equipamento e continua com a exposição. Do ponto de vista de proteção e de fiscalização, EPI guardado no armário equivale a EPI que nunca foi fornecido.

E o motivo do abandono quase nunca é rebeldia. É desconforto, numeração errada, peso, calor ou incompatibilidade entre dois equipamentos usados ao mesmo tempo. São coisas que se resolvem na escolha — antes da compra, não depois.

Por isso a nossa primeira pergunta nunca é quantos. É o que a equipe faz.

Como funciona

Do primeiro contato à reposição

  1. 01

    Você conta o que a equipe faz

    Segmento, quantas pessoas, quais atividades e para quando precisa. Não pedimos CNPJ nem cadastro para começar a conversa.

  2. 02

    A gente verifica o que é adequado

    Se vocês já têm a avaliação de riscos, trabalhamos a partir dela. Se não, apontamos o que costuma ser necessário para aquela atividade e o que precisa de definição técnica.

  3. 03

    Orçamento com o CA dos itens

    Informamos o Certificado de Aprovação dos equipamentos, para que vocês registrem na ficha de EPI e mantenham a rastreabilidade.

  4. 04

    Entrega em Fortaleza e região

    Combinamos prazo antes de fechar. Se não der para cumprir, dizemos na hora — em trinta anos, foi assim que os clientes continuaram voltando.

  5. 05

    Reposição sem recomeçar do zero

    Depois do primeiro pedido, a grade de numeração e os modelos ficam registrados. A recompra vira uma mensagem, não um novo processo.

Com quem você vai falar

Já fomos grandes. Hoje somos dois.

A Tower teve prédio grande, equipe de vendas externas, motorista e técnico de segurança próprio. Hoje somos o Helano e a Cristina, os mesmos que abriram a empresa em 1995.

Dizemos isso na primeira página porque é melhor você saber antes: aqui não existe intermediário, não existe vendedor trabalhando por comissão e não existe fila de atendimento. Quem responde a sua mensagem é um dos dois donos.

O Helano é técnico de segurança do trabalho. Antes de 1995, o trabalho dele era entrar nas empresas, entender a atividade e treinar as pessoas para usar o equipamento certo.

Tem cliente que compra com a gente desde os anos 90. Uma indústria têxtil do Ceará atravessou todas essas fases com a Tower — e continua comprando.

Perguntas frequentes

A equipe de cozinha precisa de calçado com biqueira?
Depende da atividade. Cozinha de restaurante geralmente não tem risco de queda de objeto pesado sobre o pé, e nesse caso o calçado ocupacional atende melhor. Já cozinha industrial com movimentação de panelões, caixas e carrinhos pode ter esse risco. A definição deve seguir a avaliação de riscos da empresa.
Como funciona a reposição para equipe com rotatividade alta?
O caminho mais prático é padronizar poucos modelos e manter a grade de numeração mapeada. Assim a reposição vira um pedido rápido, sem precisar recomeçar a escolha a cada contratação. Podemos ajudar a montar essa padronização.
Vocês atendem pedido pequeno?
Sim. Atendemos desde reposição pontual até equipes maiores. Conte quantas pessoas são que a gente indica o caminho mais eficiente.

Critério técnico

Ver o que observar num calçado para cozinha

Conte o que a sua equipe faz que a gente monta o orçamento.

Quantas pessoas são, o que elas fazem e para quando você precisa. Com isso já conseguimos indicar o que faz sentido e passar prazo e valor.

Sua mensagem já vai assimOlá! Vim pelo site da Tower. Tenho um negócio na área de alimentação e gostaria de um orçamento de EPIs para a equipe.

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